Cobra Starship fala sobre serpentes, altura e flexões

O Cobra Starship começou em 2005 como um projeto individual para Gabe Saporta após o término de sua respeitada banda emo-punk Midtown.

Sua primeira faixa foi "Bring It", uma colaboração com Travis McCoy (Gym Class Heroes), Maja Ivarsson (The Sounds) e William Beckett (The Academy Is...).

Então, em 2006, um pequeno filme chamado "Serpentes a Bordo'' acumulou-se na internet e "Bring It" foi adaptada para se encaixar o filme e então, transformou-se na trilha sonora. Com o selo de Pete Wentz, Fueled By Ramen, queria o album, e então Saporta reuniu a banda para gravar o CD de "estréia" da banda Cobra Starship, "While The Citys Sleeps, We Rule The Streets".

Agora eles gravar o terceiro álbum e tem uma tour marcada para, aproximadamente, quatro anos. Eles estão a caminho do "Reno" no domingo, para tocar no Grand Theatre com o 3OH!3, e o baixista Alex Suarez estava um pouco cheio de falar por telefone enquanto a banda estava em Minneapolis explorando o Shopping da América.

Pergunta: Quando você começou, você achou que isso fosse ser um projeto duradouro?
Resposta: Bom, nós não sabiamos, tudo foi pulando no ar. Especialmente quando Gabe se aproximou de nós para seremos parte disto, ele foi tipo ''Ok, eu não sei o que vai acontecer com isso, mas se vocês, caras, querem ser uma parte disso, nós vamos dar um tiro nisso e espero que as coisas vão bem.'
 

Boliche com Cobra Starhip e 3OH!3

A página do Too Fast For Love foi atualizada com um vídeo onde as duas banda vão jogar boliche. Assista abaixo:

Tem algumas coisas que sempre vão acontecer nessa turnê. Sempre terá hummus no camarim. Sempre terá um olhar aliviado coletivo quando o local do show tem um lugar limpo para se tomar banho. E depois de três jogos em três diferentes cidades, parece que sempre terá boliche. Esse vídeo é uma dessas vezes, em Des Moines, Iowa.

Vamos jogar boliche com a Too Fast For Love Tour. Desculpa gente, eu acho que o Nate perdeu a voz nesse vídeo. Que ruim, muito triste!

60 segundos com Ryland Blackinton

O jornal "Independent" fez uma pequena entrevista com o Ryland e temos aqui pra vocês:

Indy: Seu terceiro álbum (Hot Mess) saiu com um bom começo em maio passado, com "Good Girls Go Bad" iniciando no top 5 dos singles digitais. Você sabia que ia ser um sucesso quando gravou?
Ryland Blackinton: Tudo parecia bom quando gravamos. As pessoas dizem bastante "música do verão". Não sei sobre isso. Mas ela tem aquele som de verão.

Indy: O álbum anterior, ¡Viva La Cobra!, foi feito muito rapidamente. Parece que Hot Mess foi mais complexo e mais demorado.
Ryland Blackinton: Nós fizemos o ¡Viva La Cobra! em 27 dias. Esse álbum nós fizemos ao longo de um ano, então tentamos várias coisas. Nós entramos em um território desconhecido, alguns lugares mais experimentais. Não parecia o processo de gravação comum. Mas sabemos que agora temos nossas melhores músicas.

Indy: Sua banda recebe rótulos de vários jeitos, mas o que mais aparece é "emo-punk-dance-pop." Você acha que esses rótulos caputaram o som do Cobra?
Ryland Blackinton: Eu acho que ninguém fica confortável com isso. Ninguém gosta do gênero que as pessoas colocam neles. Nós não cantamos sobre perder a namorada e esses tipos de problemas. Então deveriam pelo menos tirar o "emo" da lista.

Indy: Ultimamente você tem tocado o synthesizer e guitarra durante os shows. Como é ficar por trás de tudo?
Ryland Blackinton: Eu definitivamente sou melhor na guitarra do que no teclado. Eu só toco teclado há alguns anos. Eu comecei a tocar um dia e algumas vezes não sei nem o que estou fazendo. Mas é divertido. A única dica que dou é pra não engasgar ao tocar o teclado. É muito pior quando você se atrapalha tocando o teclado do que quando se atrapalha tocando a guitarra.

Cobra Starship é citado em matéria do jornal Agora São Paulo

O Cobra Starship foi citado como referência musical (de novo) pelo DH, vocalista da banda Cine, em uma matéria do jornal Agora São Paulo.

Como o emo brasileiro refletiu o que na época fazia sucesso nos Estados Unidos, bandas como My Chemical Romance e Fall Out Boy, o "neoemo" também tem suas referências internacionais. "Nos inspiramos em bandas como Cobra Starship e Forever the Sickest Kids", diz DH, da Banda Cine.

Leia esta matéria completa na edição impressa do Agora, nas bancas nesta segunda-feira.

Cobra Starship é citado em matéria no Diário do Grande ABC

O Cobra Starship foi citado em uma matéria no Diário do Grande ABC como influência e inspiração de bandas que estão se destacando no cenário musical nacional.

Influência veio dos palcos
É fato: no Brasil, essa moda surgiu depois que bandas como Cine, Restart, Replace e o Fiuk da Hóri (que acaba de lançar uma marca de roupas) começaram a fazer sucesso. Os meninos chegaram com a proposta, receberam algumas críticas, mas conquistaram o público. A prova é o arco-íris na platéia que rola nos shows dessas bandas.

DH, vocal da Cine, conta que se inspiraram em Forever The Sickest Kids e Cobra Starship. "Fugimos do visual emo e dark que tomava conta da cena underground em 2007." A banda também buscou referências nos anos 1980, principalmente nos acessórios, como as headbands (faixas que os jogadores de tênis usam na cabeça), pulseiras e os sneakers.

Suarez e Vicky-T promovendo novo single da banda Sing It Loud





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